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02.01.2019

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Cartas que nunca serão lidas...

                                                    Te olho e o coração ganha vida, te sinto e o corpo vibra, te ouço e tudo ganha significado.

 

As vezes olho para trás e me pego tentando entender como construímos, qualquer coisa nossa, que simbolize o gostar! Contornos de nós, tranquilidade, leveza e muitos significados. O colorido que trouxe para vida apenas ganha tonalidades, novas descobertas todas as semanas e tudo isso faz festa em meu coração.

 

Talvez nunca leia minhas cartas, talvez nunca compreenda ou haja reciprocidade...ao meu gostar e meus sentimentos. Sentir-se a apaixonar é quase como lançar o corpo de um penhasco, espero que toda está energia que gira em mim chegue em você... Como uma brisa leve (assim mesmo!) e ao mesmo tempo, com a magnitude de se jogar de um precipício, como numa de nossas tardes de verão. Toco agora sua face com um beijo doce e intenso meu (me pego a imaginar! Como aqueles que te dou quando estou com você... mesmo que já seja outono).

 

Assim começo os posts sobre “Cartas que nunca serão lidas”... Com alma e coração abertos, com a latência da paixão e a doçura do gostar, escreverei para ti meu amor... Diante a imensidão do mar,  do mar do Porto.

 

“Moi je t'offrirai

Des perles du pluie

Venues de pays

Où il ne pleut pas

Je creuserai la terre

Jusqu'après ma mort

Pour couvrir ton corps

D'or et de lumière

Je ferai un domaine

Où l'amour sera roi

Où l'amour sera loi

Où tu seras reine

Ne me quitte pas (4 fois)”

 

Ne Me Quitte Pas

Jacques Brel

 

 Fonte da Imagem: Marcela Ferreira Marinho

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