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Mistério - Parte 5

Sempre tive meus muitos limites. Considerações éticas e morais sempre eram temas recorrentes em casa com meus pais, sobretudo em relação a levar alguém para casa e, ainda mais, quando se fala em sair a primeira vez com alguém que não conhece. Já adulta e independente percebi que são tantas coisas que envolvem esse momento, que além de levar para casa teria de pensar, também, sobre quando fazer sexo!. São questões importantes e tão discutidas socialmente, não era diferente em casa. Intimidade e outras questões ainda são pontos a desbravar, mas vamos ao mistério daqueles olhos, pois eles me fizeram rompem paradigmas e muitas amarras e mim.


Pensei durante todo jantar se devia ou não o levar para casa, mas o próprio assunto já havia sido mencionando, direta ou indiretamente. Pensei, pensei, me segurei, me segurei, mas o que estava sentindo era novo e diferente! Sei bem o que quero, quando quero, como quero, então convidei sim!


Seguimos caminhando, sorrindo, conversando, mas dentro de mim (não sabia ele) cantarolava...


“Solo mira y desea

Más te gusta, lo demuestras

Quiero ver si tú puedes aguantar

Toda la noche sin tocar ni besar”


Logo eu que amo Jazz, Bossa nova, MPB, música clássica... cantava por dentro “sim ou não” da Anita (E eu nem gosto ou não gostava! Rs.). Aflorava em mim algo que deseja, algo que se determina, algo que reconhece seus sentidos. Estava por fio de viver tudo aquilo que nunca tinha me permitido. Queria mais que desvendar o mistério daqueles olhos, queria roubar olhares mais calorosos e beijos molhados naquele momento... daquele moço que já havia me roubado com o olhar, com o mistério e com cuidados, queria muito mais...



Fonte da imagem: http://college.koreadaily.com/




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