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PRAIA DO AMOR E DA DOR

Dedicado a Marcela.

“Eu estou sozinho, apaixonado, sem ninguém ao meu lado, aqui à beira-mar,

neste amanhecer, belo da Natureza, mas Triste e Amargo do meu Ser.

Amanhecer que deturpado pela minha mente Sombria e Triste transforma-se,

numa aurora lúgubre e nublada, pois, a Razão da minha Existência não está

mais aqui...


Eu tento me levantar a cada aurora, nos recantos do nosso Amor, onde ainda

sobrevivo...

À beira-mar, sinto-me merencório, sempre pensando em Ti, que para mim

estás em toda parte, mas já desapareceste do alcance das minha mãos e

carinhos; Tua presença é agora íntima, espiritual e sensória...


No meu Espírito guardo as melhores lembranças de Ti ao meu lado...

Bonança...

Nesta Praia do Amor, outrora vivemos felizes, hoje estou SÓ, no presente, sem

ninguém ao meu lado, SÓ com a Amargura de perder-te...


O único consolo para o meu Ser torturado é a beleza da Praia do nosso enlace

amoroso...

Tu foste para a Constelação da Paixão, outrora sonhada por nós, onde

viveríamos eternamente juntos...

Resta (sobre)-viver na beleza da Praia da Paixão, que se transmudou na

lúgubre Praia da Dor e da Solidão...

(...)

À beira-mar (per)-sigo em vão...”.



(Rafael Vespasiano). 02 de setembro de 2017, às 17h19.

Fonte da imagem: Autora


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