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Inspiração do Dia

Minha inspiração do dia recai em uma das questões mais paradoxais que existe entre nós, simples mortais, “O que é o amor? ”.


Ontem fui questionada com seriedade sobre esse assunto. Simples assim foi a pergunta, complexa assim foi a resposta! Porque nada por mim é respondido com características diferenciadoras inteligíveis, capazes de pontualmente alcançar a compreensão objetiva que todos almejam (era para parecer inteligente mesmo, rs.).


Com quem conversava tinha a flor da pele tantos questionamentos, que devo admitir que busquei em mim a resposta pontual para o que é o amor. Mas a professora que há em mim, inquieta e curiosa, que busca muitas vezes imbuir mais questões e não propriamente dar respostas prontas, começou a refletir. Claro que não consegui responder o que sentia e como boa pesquisadora construí uma resposta racional, com todos os teóricos e teorias que me ocorriam naquele momento, rs. Psicanalise, Sociologia, Antropologia, História e companhia limitada virou objeto de reflexão na relação entre eu e o amor. E para responder se o amor é um sentimento, como ele se manifesta ou mesmo se ele se apresenta a mesma intensidade ou se há distinções, apelei mesmo para a clássica construção de que o amor é uma construção social, mas que há múltiplas dimensões envolvidas e que somos biopsicossociais e espirituais. Uauuu! Até gostei da construção elucubrativa que fiz e quase me convenci de que sentia tudo aquilo em mim, porém em vista ao susto quando questionada e o pouco tempo para elaborar a resposta, até que ficou bom.


Brincadeiras a parte, essa pergunta não foi feita ao acaso, nem por qualquer pessoa. Um grande amigo, (chamado de cunhado carinhosamente), esposo de uma grande amiga, (chamada de irmã carinhosamente), e que em alguns meses atrás, em um domingo à noite me fez refletir sobre o amor. Em meio a muitas questões e assuntos, de todas as ordens, chegamos a grande questão da noite! E eu, naquele momento, descrente das coisas do coração soltei a frase épica “Eu não acredito mais no amor”. A aquilo soou tão inverso a tudo que o meu discurso pregava, que no susto eles me disseram, “Como assim você não acredita no amor? Se até então era sobre isso que você estava falando”.


Bem, o que ficou? Eu acredito no amor! Hehehe. Não tenho respostas dentro de mim, prontas e acabadas. Tenho na verdade teorias e ideias e, antes que me esqueça, nunca pensei que fosse tão difícil para uma pessoa sentimental e sensível como eu (assim me considero, chorona mesmo!) Falar sobre o que é o amor.


Um segredo para vocês dois “Eu procuro um amor que ainda não encontrei, diferente de todos que amei, nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver, e as feridas dessa vida eu quero esquecer, pode ser que eu a encontre numa fila de cinema, numa esquina, ou numa mesa de bar”. (Frejat)


Os culpados da noite insólita e das questões épicas são duas pessoas que admiro e quero sempre por perto; seja porque estão sempre me questionando sobre tudo e com olhos curiosos esperam respostas para novas perguntas; seja pela leveza, sinceridade, amorosidade, cumplicidade, amizade, brilho, e sorrisos que combinam tanto com os meus! Rs. Eduardo e Estela, vocês são minha inspiração para o dia de hoje e para a vida! Me encantam todos os dias, me inspiram e me fazem querer um pouco mais de vocês sempre. Na delicadeza do sentimento e na certeza da amizade que cresce e cresce... confidencio que gostaria das muitas aventuras de vocês dois aqui no blog, para me deliciar com novas questões e novos outros momentos nossos.


Amos vcs! Com carinho de quem admira para vida toda.


Fonte da imagem: Jéssica Monteiro (Phoenix)

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